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Leis térmicas da criminalidade

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Leis térmicas da criminalidade, «o crime acompanha o homem desde as primeiras aglomerações humanas, este, por sua vez, sempre estabeleceu regras objetivando proporcionar o convívio social. Diante do fenômeno delitivo surgiram diversas explicações para sua ocorrência, calcadas em fatores biológicos, psicológicos e sociológicos. As leis térmicas da criminalidade foram desenvolvidas por Adolphe Quetelet, autor pertencente à Escola Sociológica. Em 1835, Quetelet escreveu a obra Física Social, fundada em três princípios: a) o delito é um fenômeno social; b) os delitos se cometem ano após ano com total precisão; c) diversos fatores influenciam na prática do crime (miséria, clima, analfabetismo etc.). Com fulcro nesses princípios, Quetelet criou as chamadas “Leis Térmicas” da criminalidade: I – no inverno se cometem mais delitos contra a propriedade; II – no verão se cometem mais crimes contra a pessoa, devido à efervescência das paixões provocada pelo aquecimento; III – os delitos sexuais são mais comuns na primavera, em virtude da exacerbação da atividade sexual»[1].

Referências

  1. BIFFE JUNIOR, João; LEITÃO JUNIOR, Joaquim. Concursos Públicos: Terminologias e Teorias Inusitadas. 1ª ed. São Paulo: Método, 2017. ISBN 978-85-309-7369-8. p. 90.